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Pendura e Cai

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Pendura e Cai, Penduricalho, Concessa Novo, Outras Histórias de Concessa. Já posso imaginar quantos nomes terá . Seja qual for, a minha alegria de entregar para o público um novo trabalho é enorme. Foram anos de escuta enquanto tecia prosa por aí. 

Não sei dizer quando, nem onde comecei a fazer o novo texto. Fui encontrando aos poucos as pessoas, suas histórias, seus gestos. E para transmutar essa matéria-prima em espetáculo me valeram: a paciência e competência da Iolene, a dedicação e empenho da Consuelo, o talento e humor do João e outras tantas ajudas que recebi de profissionais e amigos.

É mais um solo. Mas não estou sozinha. A todos, muito obrigada!

Cida Mendes


Concessa Tecendo Prosa

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Sucesso de público e de crítica nos últimos oito anos, o monólogo escrito e interpretado por Cida Mendes lhe rendeu o primeiro lugar no Prêmio Nacional Multishow de Humor, ultrapassou 1.500 apresentações em 2008 e continua sendo uma das peças mais requisitadas.

Concessa Tecendo Prosa é uma comédia sobre o cotidiano de uma dona-de-casa simples e contestadora, que leva o público a refletir com humor sobre a simplicidade da vida, mesmo num mundo globalizado.

Concessa diverte e resgata os valores mais íntimos do espectador ao envolvê-lo nas emoções, sentimentos e aspirações tão comuns a milhares de mulheres brasileiras.

Livre de preconceitos e agressões, é um entretenimento para todas as idades, raças, religiões e culturas.

Uma descrição precisa do espetáculo foi feita pela crítica Clara Arreguy em artigo publicado no jornal Estado de Minas. Eis um trecho da matéria:

"Concessa Tecendo Prosa é um monólogo com texto, densidade dramática e situações cômicas que tanto divertem quanto emocionam o telespectador.

A emoção, por sinal, é o melhor termômetro para explicar porque esta comédia foi um dos maiores sucessos das três últimas edições da Campanha de Popularização do Teatro.

Ao contar a sua história, Concessa envolve a platéia numa viagem ao interior de Minas e ao interior da alma feminina mais simples, aquela cujo centro é a família, a luta junto ao marido pela subsistência, a difícil criação dos filhos, primeiro na roça, depois na periferia da cidade grande.

Entre "causos" engraçados, expressões divertidas e bordões que o público abraça generosamente, a atriz vai se permitindo ação interior e exterior, alternando momentos muito engraçados com outros de comoção verdadeira. Enquanto isso, passa seu cheiroso cafezinho, mais um convite à adesão do espectador.

Conquistado pela empatia despertada por personagem e atriz, o espectador quer mais é provar uma xicrinha daquele café e estender a prosa até onde der. A moça é boa de papo, de emoção. Quem assiste aproveita bem, já que esta é uma comédia de alto nível, sem apelações que choquem ou agridam qualquer faixa etária."

Informações técnicas e comerciais na página de Produção